quarta-feira, 29 de abril de 2009

A do dia.


Eu tinha que fazer algum desenho, néam. Vício. Essa é em homenagem à minha boca grande.

Morro de vontade.



Do Sieber.

Eu hein.



Depois me dizem "vai! tem filho, infeliz".

Eu achei isso no Allan Sieber.

De novo, beibe.

Abri meu email hoje e GUESS WHATT?!?!?!?!
Voucher de 100 reaUs da Azul, minha linda companhia Glória Perez (que faz Sampa parecer o translado Brasil-Marrocos de O CLONE).
SIMPLESMENTEEE o valor TOTAL das minhas passagens será de 173 reais. Eu disse 173 reais, amiguinhos.
Com taxas.
É nóis em Sampa de novo.

Ok.

Uma das grandes razões para eu estar contando os dias para ir embora dessa cidade não é o fato de morar com os meus pais, com meu irmão, nada disso. É a porra da mania que soteropolitano tem de meter o dedo na cara do outro e dizer o que acha que a pessoa é. Aqui, eu tenho dois estereótipos bem básicos, que não desgrudam de mim.
1- Irresponsável. Eu VOU esquecer de fazer as coisas, eu VOU esquecer de apagar a luz, eu NUNCA vou fazer nada direito, qualquer coisa que deixou de ser feita, foi porque eu ESQUECI ou porque eu, com a minha constante PREGUIÇA, atrasei, não quis fazer.
2- Eu sou uma criança, imatura, não me levem a sério. Não, eu não sou uma pessoa para fazer coisas importantes, porque a minha função aqui é te fazer rir. E isso é tudo. E OUTRA COISA! Apareceu agora, direto do forno das amizades sem-noção que cultivei, sendo um grande ouvido cheio de opiniões e conselhos. EU SOU DADA. Uma puta, vaca, que me jogo para todos os homens, sem consideração pelo fato de um cara ser seu namorado. CUIDADO! Eu vou roubar os homens de todas, todas as mulheres, eu vou roubar até namorados gays!
Mas a culpa disso é minha. Dando pouca importância para o que essa merda de círculo de pessoas cultas e inteligentes tinham como modelo de comportamento, dando pouca importância para as regras de convivência que nos dizem que é muito mais fácil dizer para alguém que ele é incompetente do que apontar as coisas boas que ele fez. Eu sou uma pessoa sem-noção, mesmo, uma idiota, cujo principal defeito é falar demais, não importa oquê.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Eu! Por Crisss


Melhorei um pouquinho.




segunda-feira, 27 de abril de 2009

Tirinha 1 (eu juro que vou melhorar)


Será que dá pra ser um folk Straight Edge?

Eu não sou punk. Não tenho estilo punk, roupas punk, não gosto de hardcore nem tenho dreads no cabelo. Não gosto de brigas em shows, nem que sejam por diversão. Acho engraçadas aquelas rodinhas de gente pulando umas por cima das outras, mas não tenho vontade de fazer isso. E ainda assim me sinto Straight Edge.
Será que pode? Será que é possível ser uma pessoa mais pro folk que pro hardcore e ainda assim defender o sXe? Sei lá, só sei que tamos aí.
Olha: eu não bebo, não fumo, não uso drogas. E consigo viver minha vida assim, perfeitamente. Não vou defender meu modo de vida para as outras pessoas, permaneço completamente no stay positive. E é isso.
Mas que o sXe fazia parte de minha vida antes mesmo de eu me dar conta, fazia.

Me torci de rir aqui.

http://www.cartuminfame.blogspot.com/


domingo, 26 de abril de 2009

Mais um!!!!! Novo vício!


Mais um! Minha mãe fingindo que está chorando (eu tentei!)


Mais um - E hoje é dia de Tablet!


Eba!


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Viciada em Antsy Pants

Meodeos. Eu estou viciada em uma música chamada Tree Hugger (algo como "abraçador de árvores"). A letra é linda, estou pensando em fazer uma animação pra ela no flash. Mas estou esperando minha Bamboo chegar, os desenhos vão ficar mais bonitinhos. Faltam poucos dias para meu império nerd estar quase completo (porque falta uns livros, sempre falta uns livros...).

Eu tentei colocar a letra da música aqui, mas o blogspot dificulta muito a minha vida. aff.

domingo, 19 de abril de 2009

Meu próprio império nerd!

Depois de me mudar, algumas coisas super delícia apareceram.
Ou melhor, eu montei.
Não tinha lugar para colocar meus livros: felizmente, isso mudou. Tenho uma prateleira gi-gan-te que abarca os meus primeiros filhotinhos. Uns vinte e poucos, pq já não cabe mais nada naquela prateleira. Trinta, eu acho.
Daí, uma outra luzzz....no meio da revisão de literatura do meu trabalho de conclusão de curso, o computador pifou. Pifou geral. Então, revoltei-me. Comprei outro. Novinhooo, samsung, lindésimo, tela de 22 polegadas. Olhaaaa:












E ainda tem a linda, a mega, a tu-do....BAMBOO FUN!!!!!!

Meu kit-nerd está completo. Ou estará, em dez dias.
=D

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Saudades de São Paulo, parte 4.950

Ai, que saco. Os dias passam e eu só sinto mais saudade daquela cidade, meodeosdocéu. Daquele clima, das ruas, dos cinemas, do calçadão da paulista. Poxa. Eu fico pensando no ano que vem, no curso, na doidera que é se formar e mudar completamente de vida....mas é isso o que eu faço. Eu meto a cara mearmo, enfrento medos e questionamentos das pessoas.
Pausa para a propaganda pessoal.
Voltando. Algumas pessoas adoram botar pilha, dizendo que "viver em sampa é difícil". Pra mim, viver em qualquer lugar é difícil, especialmente quando se luta pelo que quer.
Ficar em Salvador, fazendo a mesma coisa por trocentos anos, é que não vou.
Eu vou é desenhar e ser feliz naquele calçadão. Não morando no calçadão, fazfavor. Andando pelo calçadão. E espero encontrar um emprego, um apê e ainda ter tempo de fazer as coisas que eu gosto por lá.
Tá, eu tô com medo, mas isso não me impediu before. E a saudade é beeeem maior que o medo.
Ê laiá.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Sobre as lógicas mais doidas

Estou aqui no trabalho, no maior calor. Depois de uma virose filadaputa, depois do filho de uma égua do Max ter ganhado o BBB. O Brasil-sil-sil-sil não pode deixar mulér peituda ganhar. Peituda e inteligente? Aff. Não. Tem que ganhar coitado. OU roqueiro bonitinho.
Hátomanocu.
Mas sim. Conversando hoje com uma miguxa na hora do almoço percebi cooomo eu estou tranquilésima para escolher entre trabalhar como jornalista ou designer. Eu não tenho interesse em ocupar a vaga de um designer em qualquer lugar, porque não quero misturar o que ainda considero diversão com trabalho. Prefiro os freelas e os quadros. Quanto ao trabalho fixo, gosto da idéia do jornalismo. Porque não consigo me afastar do "isso dava uma matéria". E, acima de tudo, porque não consigo me afastar da idéia de que se eu não ajudar a melhorar a vida de alguém, não estou exercendo o meu trabalho.

Devo ter feito as pazes com o jornalismo ou alguma coisa assim.